Paulo Guedes diz que reforma tributária pode ser mais ‘enxuta’ prevendo taxação de dividendos e lucros em 10%

Paulo Guedes, o ministro da Economia disse nesta segunda-feira que o governo poderá apresentar para a proposta de aumentar o imposto de renda uma versão “enxuta” dos super-ricos e reduzir os impostos sobre as empresas para aumentar, o Senado abre a reforma tributária.

Segundo ministro chegou a hora. Já foi aprovada esse projeto na Câmara dos Deputados e está trancada no Senado. Além disso, ele ressaltou que poderia fazer uma versão mais enxuta, tributar os super-ricos e reduzir os impostos das empresas. A declaração do ministro veio durante o lançamento do monitoramento de investimentos. A nova ferramenta foi desenvolvida em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e recebeu apoio financeiro do governo do Reino Unido por meio de um fundo dedicado ao desenvolvimento sustentável.

A plataforma de projeção sobre a economia

A plataforma fornecerá dados e previsões sobre a economia brasileira e planos de desenvolvimento em áreas como energia, infraestrutura, saúde e conectividade. Ou seja, a ideia é que o sistema forneça informações detalhadas e avalie a sustentabilidade de todos os projetos de parceria privada- público existentes no país.

No entanto, ainda na Câmara o Paulo Guedes também defendeu o fim de todos os impostos sobre a indústria, afirmando que é para tornar o Brasil uma potência mundial com todas as matérias-primas. Além disso, ele contou que o Brasil já está no caminho certo, citando a redução no IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) que foi impulsionada por meio de um decreto publicado no final do mês passado.

Cortes do IPI

Em suma, na sexta-feira (6), a pedido do Partido da Solidariedade, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moras suspendeu alguns dos cortes do IPI. No entanto, o documento afirma que uma redução nacional do IPI sobre produtos também produzidos na Zona Franca de Manaus prejudicaria a vantagem competitiva e o desenvolvimento da região. Informações fornecidas da Agência Brasil.

Veja também: Você sabe quais são as consequências do aumento da taxa Selic?

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário

Seu e-mail não será divulgado.


*