OCDE: Taxa anual de inflação avança para 10,3% em agosto

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OCDE: Taxa anual de inflação avança para 10,3% em agosto

Os dados são da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) e indica que a taxa anual de inflação ao consumidor chegou a 10,3% em agosto. De acordo com o órgão, existem dois fatores que equilibraram o suposto alívio causado pela desaceleração no custo da energia. O avanço nos preços dos alimentos e a inflação permeando o processo são responsáveis por essa taxa de agosto.

As informações foram divulgadas nessa terça-feira (4). Em julho, o CPI anual regional havia chegado a 10,2%.

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Impacto da energia

Os custos relacionados à energia aumentaram 30,2% em agosto, segundo a OCDE. A comparação leva em conta o mesmo mês do ano anterior, a comparação de julho indica alta ainda maior, 35,3%.

No grupo que reúne as sete maiores economias do mundo, o G-7, a taxa anual do CPI teve queda pouco expressiva entre julho e agosto, indo de 7,6% para 7,5%. Em outro grupo mais amplo, o G-2, a mesma taxa teve desempenho de 9,1% em agosto, e julho chegou a 9,2%.

Bolsas europeias fecham em alta, razão é menor temor por austeridade fiscal

Os sinais de desaceleração na economia americana é um sinal importante. As bolsas da Europa fecharam em alta nessa terça-feira (4) em razão do otimismo de quem investe, as expectativas repousam no movimento possível do Fed (Federal Reserve) de não continuar com sua política de austeridade fiscal.

O índice de referência da bolsa de Londres, o FTSE 100, teve avanço de 2,57%, com pontuação de 7.086,46. Stoxx Europe 600 teve alta de 3,12%, pontuação chegou a 403,02.

Paris e Frankfurt acompanharam o movimento, o DAX alemão, e o CAC 40 parisiense, tiveram desempenho de alta em 3,78% e 4,24%, respectivamente. Com pontuação, também respectiva, de 12.670,48 e 6.039,69.

Em Milão, a alta foi de 3,42% no FTSE MIB. Pontuação de 21.690,65. Madri, com o Ibex 35, disparou a 3,14%, com 7.696,60 pontos.

Índices por setor

Stoxx 600 apresentou o maior desempenho no setor de energia, avanço de 5,19%. Não houve nenhum segmento que registrou queda. Outro segmento diretamente associado à população; Produtos e Serviços ao Consumidor, teve alta de 5,15%.

Segundo o estrategista da empresa Invesco, Arnab Dias, o banco central americano tende a promover cortes na taxa de juros a partir de 2024, os motivos responsáveis por essa postura seria a alta taxa de desemprego e a recessão iminente.

Ainda segundo Dias, o BCE (Banco Central Europeu) e o Banco da Inglaterra (BoE) possivelmente seguirão o mesmo rumo dos EUA, no entanto, com atraso, por seguirem e não iniciarem o movimento.

As informações são do site Valor Econômico.

 

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