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Qual o impacto da redução de juros para as micro e pequenas empresas?

    Copom baixa a taxa de juros para 12,75%

    Imagem ilustrativa – Copom baixa a taxa de juros para 12,75%

    Essa semana o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil em reunião realizada nos dias 19 e 20 de setembro de 2023, decidiu reduzir a taxa básica de juros, a Selic, de 13,25% ao ano para 12,75% ao ano. No mesmo dia, o Federal Reserve (Fed), o banco central dos Estados Unidos, anunciou que manteria a taxa de juros de referência do país inalterada, na faixa de 5,25% a 5,5% ao ano, o que seria o maior nível em 22 anos.

    Diante desse cenário o portal Boas Ideias, resolveu analisar de que forma essas duas decisões podem afetar o dia a dia e o futuro da micro e pequenas empresas no Brasil

     

    Impactos das taxas de juros nas MPE’s

    As taxas de juros têm um impacto significativo nas micro e pequenas empresas (MPE’s). Em geral, o aumento das taxas de juros pode ser um desafio para as MPE’s. As empresas que são mais dependentes de crédito para financiar suas operações podem ser as mais afetadas. Pois, quando aumentam, o custo do crédito também aumenta. Isso pode dificultar o acesso ao crédito para as MPE’s, o que pode levar a uma redução no investimento e no crescimento.

    – Acesso ao crédito

    – Custo do crédito

    – Quantidade de investimento

    – Custos da empresa

    – Renegociação de dívidas

    – Opções de financiamento

     

    Como a baixa na taxa de juros afeta a micro e pequenas empresas?

    Em geral, a baixa na taxa de juros pode ser uma oportunidade para as micro e pequenas empresas. As empresas que são mais dependentes de crédito para financiar suas operações podem ser as mais beneficiadas.

    A baixa na taxa de juros afeta as micro e pequenas empresas de várias maneiras, incluindo:

    – Redução do custo do crédito: Quando a taxa de juros diminui, os juros dos empréstimos e financiamentos também diminuem. Isso torna mais barato para as micro e pequenas empresas tomar crédito, o que pode facilitar o acesso ao capital de giro e ao financiamento de investimentos.

    Aumento do consumo: Quando o custo do crédito diminui, os consumidores também têm mais dinheiro para gastar. Isso pode levar a um aumento no consumo, o que pode beneficiar as vendas das micro e pequenas empresas.

    – Aumento do investimento: Quando o custo do crédito diminui, as micro e pequenas empresas têm mais incentivo para investir em novos equipamentos, treinamento e marketing. Isso pode facilitar o crescimento e a competitividade das empresas.

     

    Na prática como a baixa na taxa de juros pode afetar as micro e pequenas empresas

    – Uma empresa que está planejando expandir sua operação pode obter financiamento a juros mais baixos, o que pode tornar o projeto mais viável.

    – Uma empresa que está enfrentando uma queda na demanda pode obter empréstimos para ajudar a manter suas operações.

    – Uma empresa que está enfrentando a concorrência de empresas maiores pode obter financiamento para investir em novos produtos ou serviços que a ajudem a se diferenciar.

     

    Como as micro e pequenas empresas podem aproveitar os benefícios da baixa na taxa de juros

    – Investir em novas oportunidades: As empresas podem procurar maneiras de investir em novas oportunidades de crescimento, como expansão, inovação ou diversificação.

    Renegociar dívidas: As empresas podem tentar renegociar suas dívidas com credores para obter melhores condições de pagamento.

    – Buscar fontes alternativas de financiamento: As empresas podem buscar fontes alternativas de financiamento, como linhas de crédito do governo ou empréstimos de bancos comunitários.

     

    Como o aumento na taxa de juros afeta a micro e pequenas empresas?

    Em geral, o aumento na taxa de juros pode ser um desafio para as micro e pequenas empresas. As empresas que são mais dependentes de crédito para financiar suas operações podem ser as mais afetadas.

    O aumento na taxa de juros afeta as micro e pequenas empresas de várias maneiras, incluindo:

    – Aumento do custo do crédito: Quando a taxa de juros aumenta, os juros dos empréstimos e financiamentos também aumentam. Isso torna mais caro para as micro e pequenas empresas tomar crédito, o que pode dificultar o acesso ao capital de giro e ao financiamento de investimentos.

    – Redução do consumo: Quando o custo do crédito aumenta, os consumidores também têm menos dinheiro para gastar. Isso pode levar a uma redução no consumo, o que pode afetar negativamente as vendas das micro e pequenas empresas.

    – Redução do investimento: Quando o custo do crédito aumenta, as micro e pequenas empresas têm menos incentivo para investir em novos equipamentos, treinamento e marketing. Isso pode dificultar o crescimento e a competitividade das empresas.

     

    Como o aumento na taxa de juros pode afetar as micro e pequenas empresas

    – Planeja expandir sua operação pode ter que adiar seus planos porque não consegue obter financiamento a juros acessíveis.

    – Enfrenta uma queda na demanda pode ter que reduzir suas operações ou demitir funcionários para economizar dinheiro.

    – Enfrenta a concorrência de empresas maiores pode ter dificuldade em manter sua posição no mercado.

     

    Forma de mitigar os efeitos negativos do aumento na taxa de juros

    – Reduzir custos: As empresas podem procurar maneiras de reduzir seus custos operacionais para compensar o aumento nos custos do crédito.

    – Renegociar dívidas: As empresas podem tentar renegociar suas dívidas com credores para obter melhores condições de pagamento.

    – Buscar fontes alternativas de financiamento: As empresas podem buscar fontes alternativas de financiamento, como linhas de crédito do governo ou empréstimos de bancos comunitários.

     

    A baixas na taxa de juros em relação a economia

    Em geral, a baixa na taxa de juros é usada como uma política monetária para estimular o crescimento econômico. Quando a economia está em recessão, o Banco Central reduz a taxa de juros para tornar o crédito mais barato e, assim, estimular o consumo e o investimento. Isso, por sua vez, pode ajudar a impulsionar o crescimento econômico.

    No entanto, a baixa na taxa de juros também pode ter efeitos negativos na economia. Por exemplo, pode levar a um aumento da inflação.

    Redução do custo do crédito: Quando a taxa de juros diminui, os juros dos empréstimos e financiamentos também diminuem. Isso torna mais barato para as pessoas e empresas tomar crédito, o que pode estimular o consumo e o investimento.

    – Aumento do consumo: Quando o custo do crédito diminui, as pessoas têm mais dinheiro para gastar. Isso pode levar a um aumento no consumo, o que pode afetar positivamente o crescimento econômico.

    – Aumento do investimento: Quando o custo do crédito diminui, as empresas têm mais incentivo para investir. Isso pode levar a um aumento no investimento, o que também pode afetar positivamente o crescimento econômico.

     

    Na prática como a baixa na taxa de juros pode afetar a economia

    – Um consumidor que está procurando um empréstimo para um carro pode obter um empréstimo com juros mais baixos.

    – Uma empresa que está planejando comprar um novo equipamento pode obter financiamento a juros mais baixos.

    – Um governo que está planejando construir uma nova rodovia pode obter financiamento a juros mais baixos.

     

    Efeitos positivos da baixa na taxa de juros

    – Estimula o consumo: Quando as pessoas têm mais dinheiro para gastar, elas tendem a comprar mais bens e serviços. Isso pode levar a um aumento na demanda, o que pode estimular a produção e o emprego.

    – Estimula o investimento: Quando as empresas têm mais acesso a crédito a juros baixos, elas estão mais propensas a investir em novos projetos. Isso pode levar a um aumento na oferta, o que também pode estimular a produção e o emprego.

    Pode ajudar a reduzir o desemprego: O aumento da demanda e da oferta pode criar mais empregos.

    – Pode ajudar a reduzir a dívida: As pessoas e empresas podem pagar suas dívidas mais rapidamente com juros mais baixos.

     

    Efeitos negativos da baixa na taxa de juros

    – Pode levar a um aumento da inflação: Quando o dinheiro é mais barato, as pessoas e empresas tendem a gastar mais. Isso pode levar a um aumento da demanda, o que pode pressionar os preços para cima.

    – Pode desvalorizar a moeda: Quando os investidores estão procurando retornos mais altos, eles podem comprar ativos em países com taxas de juros mais altas. Isso pode levar a uma desvalorização da moeda do país com taxas de juros mais baixas.

    – Pode aumentar o risco de bolhas financeiras: Quando o dinheiro é barato, as pessoas e empresas podem assumir mais riscos. Isso pode levar ao aumento do risco de bolhas financeiras, como a bolha imobiliária que estourou em 2008.

    O aumento na taxa de juros em relação a economia?

    Em geral, o aumento na taxa de juros é usado como uma política monetária para controlar a inflação. Quando a inflação está alta, o Banco Central aumenta a taxa de juros para tornar o crédito mais caro e, assim, reduzir o consumo e o investimento. Isso, por sua vez, pode ajudar a reduzir a inflação.

    No entanto, o aumento na taxa de juros também pode ter efeitos negativos na economia. Por exemplo, pode levar a uma redução no consumo e no investimento, o que pode afetar negativamente o crescimento econômico.

    – Aumento do custo do crédito: Quando a taxa de juros aumenta, os juros dos empréstimos e financiamentos também aumentam. Isso torna mais caro para as pessoas e empresas tomar crédito, o que pode reduzir o consumo e o investimento.

    – Redução do consumo: Quando o custo do crédito aumenta, as pessoas e empresas têm menos dinheiro para gastar. Isso pode levar a uma redução no consumo, o que pode afetar negativamente o crescimento econômico.

    – Aumento da poupança: Quando as taxas de juros aumentam, as pessoas e empresas têm mais incentivo para poupar dinheiro. Isso pode ajudar a reduzir a inflação, pois reduz a quantidade de dinheiro disponível na economia.

    Redução do investimento: Quando o custo do crédito aumenta, as empresas têm menos incentivo para investir. Isso pode levar a uma redução no investimento, o que pode afetar negativamente o crescimento econômico.

     

    Na prática o aumento na taxa de juros pode afetar a economia 

    – Uma família que está comprando uma casa pode ter que pagar juros mais altos em seu empréstimo imobiliário.

    – Uma empresa que está planejando comprar um novo equipamento pode ter que pagar juros mais altos em seu financiamento.

    – Um consumidor que está procurando um empréstimo para um carro pode ter que pagar juros mais altos em seu empréstimo.

     

    Reunião do Copom em 20/09/2023

    A reunião do Copom em 20/09/2023 foi realizada nos dias 19 e 20 de setembro de 2023. O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil decidiu reduzir a taxa básica de juros, a Selic, de 13,25% ao ano para 12,75% ao ano.

    Decisão:

    A decisão do Copom foi unânime.

    – Reduzir a taxa Selic de 13,25% ao ano para 12,75% ao ano

     

    Votos:

    – 7 votos para reduzir a taxa Selic de 13,25% ao ano para 12,75% ao ano

    – 0 voto para manter a taxa Selic em 13,25% ao ano

    – 0 voto para aumentar a taxa Selic em 0,25 ponto percentual

     

    Declaração do Comitê:

    “O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil, em sua 6ª reunião ordinária de 2023, realizada nos dias 19 e 20 de setembro de 2023, decidiu, por unanimidade, reduzir a taxa Selic em 0,50 ponto percentual, para 12,75% a.a.

    A inflação segue em trajetória de queda, com os indicadores de preços mostrando desaceleração em junho e julho. O Comitê avalia que a atividade econômica brasileira está se recuperando, mas que ainda é necessário manter um ritmo gradual de ajuste da política monetária para que a inflação se aproxime da meta de 3,25% em 2023.

    O Copom continuará avaliando a evolução da inflação e da atividade econômica, em suas próximas reuniões, e poderá promover ajustes na taxa Selic, se necessário.”

    A decisão do Copom foi justificada pela queda da inflação no Brasil. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), principal índice de inflação do país, fechou em 0,39% em julho de 2023, abaixo da expectativa do mercado, que era de 0,50%. O IPCA acumula alta de 11,73% nos 12 meses encerrados em julho de 2023, abaixo da meta do Banco Central para 2023, que é de 3,25%.

    O Copom também avaliou que a atividade econômica brasileira está se recuperando. O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 0,7% no segundo trimestre de 2023, após uma queda de 0,1% no primeiro trimestre. O Copom acredita que a recuperação da atividade econômica continuará no segundo semestre de 2023.

    A expectativa do mercado é que o Copom reduza a taxa Selic novamente em sua próxima reunião, em 2 e 3 de novembro de 2023. A maioria dos analistas acredita que a taxa Selic será reduzida para 12,25% ao ano na próxima reunião.

     

    O que é a taxa básica de juros?

    A taxa básica de juros é a taxa de juros que o Banco Central do Brasil (BCB) cobra dos bancos comerciais quando eles pedem dinheiro emprestado. Essa taxa é chamada de Taxa Selic, que significa Sistema Especial de Liquidação e Custódia.

    É o principal instrumento de política monetária do BCB. O BCB usa a Taxa Selic para controlar a inflação, que é o aumento generalizado dos preços. Quando a inflação está alta, o BCB aumenta  para tornar o crédito mais caro e, assim, reduzir o consumo e o investimento. Isso, por sua vez, pode ajudar a reduzir a inflação.

    A Taxa Selic também é usada para influenciar o crescimento econômico. Quando a economia está em recessão, o BCB reduz a Taxa Selic para tornar o crédito mais barato e, assim, estimular o consumo e o investimento. Isso, por sua vez, pode ajudar a impulsionar o crescimento econômico.

    Quem define a taxa é o Comitê de Política Monetária (Copom), que é um órgão do BCB. O Copom se reúne a cada 45 dias para avaliar a evolução da inflação e da atividade econômica, e decidir se mantém, aumenta ou reduz o juros.

    A Taxa Selic é um indicador importante para a economia brasileira, pois influencia o custo do crédito, o consumo, a poupança e a atividade econômica.

     

    O que é taxa Selic?

    A taxa Selic é a taxa básica de juros da economia brasileira. É definida pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil e é usada como referência para as demais taxas de juros do mercado.

    A Selic é o principal instrumento de política monetária do Banco Central, e é usada para controlar a inflação. Quando a Selic é alta, os juros dos empréstimos e financiamentos também são altos, o que torna mais caro para as pessoas e empresas tomar crédito. Isso, por sua vez, pode reduzir o consumo e a atividade econômica, o que ajuda a controlar a inflação.

    Quando a Selic é baixa, os juros dos empréstimos e financiamentos também são baixos, o que torna mais barato para as pessoas e empresas tomar crédito. Isso, por sua vez, pode estimular o consumo e a atividade econômica, o que pode levar a um aumento da inflação.

    A taxa Selic é calculada com base nas operações de compra e venda de títulos públicos federais realizadas pelo Banco Central no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic). A taxa média registrada nas operações feitas diariamente nesse sistema equivale à taxa Selic.

    A taxa Selic é um indicador importante para a economia brasileira, pois influencia o custo do crédito, o consumo, a poupança e a atividade econômica.

    Aqui estão algumas das principais funções da taxa Selic:

    – Controlar a inflação;

    – Estimular o crescimento econômico;

    – Manter a estabilidade financeira;

    – Proteger o poder de compra da moeda.

     

    O que é COPOM?

    O Copom é a sigla para Comitê de Política Monetária, um órgão do Banco Central do Brasil responsável por definir a taxa básica de juros da economia brasileira, a Selic. A Selic é o principal instrumento de política monetária do Banco Central, e é usada para controlar a inflação.

    É formado pelo Presidente do Banco Central e seus diretores. O Comitê se reúne a cada 45 dias para avaliar a evolução da inflação e da atividade econômica, e decidir se mantém, aumenta ou reduz a taxa Selic.

    Quando a Selic é alta, os juros dos empréstimos e financiamentos também são altos, o que torna mais caro para as pessoas e empresas tomar crédito. Isso, por sua vez, pode reduzir o consumo e a atividade econômica, o que ajuda a controlar a inflação.

    Quando a Selic é baixa, os juros dos empréstimos e financiamentos também são baixos, o que torna mais barato para as pessoas e empresas tomar crédito. Isso, por sua vez, pode estimular o consumo e a atividade econômica, o que pode levar a um aumento da inflação.

    O Copom é um órgão independente e é importante para a economia brasileira, pois é responsável por controlar a inflação, que é um dos principais fatores que influenciam o crescimento econômico. O que significa que suas decisões não são influenciadas pelo governo federal. Isso garante que as decisões do Copom sejam tomadas com base em critérios técnicos, e não políticos.

     Aqui estão algumas das principais funções do Copom:

    – Definir a taxa básica de juros da economia brasileira, a Selic;

    – Acompanhar a evolução da inflação e da atividade econômica;

    – Comunicar suas decisões ao público;

    – Promover a estabilidade monetária e financeira do país.

     

    Banco Central dos EUA mantém taxa de juros

    Em 20 de setembro de 2023, o Federal Reserve (Fed), banco central dos Estados Unidos, anunciou que manteria a taxa de juros de referência do país inalterada, na faixa de 5,25% a 5,5% ao ano. Esse é o maior nível em 22 anos.

    A decisão foi unânime entre os membros do Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC), que é responsável pela política monetária dos EUA.

    O Fed justificou a decisão afirmando que a economia americana está se expandindo “a um ritmo sólido”, com ganhos de emprego fortes e taxa de desemprego baixa. No entanto, a inflação continua elevada, o que levou o banco central a subir os juros em sete reuniões consecutivas desde março de 2022.

    Também, sinalizou que pode fazer mais um aumento de juros até o final do ano, mas que a taxa de juros deve começar a cair em 2024.

    A decisão do Fed teve um impacto negativo nos mercados financeiros, com as bolsas de valores em queda e os preços dos títulos públicos em alta.

     

    Perspectivas

    O Fed está enfrentando um desafio delicado, pois precisa conter a inflação sem prejudicar o crescimento econômico. O banco central espera que a inflação comece a cair nos próximos meses, mas isso dependerá de uma série de fatores, incluindo a guerra na Ucrânia e a política chinesa de zero covid.

    Se a inflação não cair conforme o esperado, o Fed pode ser forçado a aumentar os juros ainda mais, o que teria um impacto negativo ainda maior na economia global.

     

    Como a taxa de juros dos EUA interfere no Brasil?

    A decisão do Fed tem um impacto significativo na economia brasileira, já que os juros americanos influenciam os juros globais.

    Um aumento dos juros nos EUA torna o dólar mais atraente para investidores, o que pode levar à desvalorização do real. Além disso, um aumento dos juros nos EUA pode reduzir o crescimento econômico global, o que também pode afetar a economia brasileira.

    Isso pode levar a um aumento da taxa Selic, o que pode reduzir o consumo e o investimento no Brasil. Também pode levar a uma desvalorização do real, o que pode aumentar o custo das importações e dificultar a competitividade das empresas brasileiras.

    No entanto, o impacto da taxa de juros dos EUA na economia brasileira também depende de outros fatores, como a política monetária do BCB, o crescimento econômico brasileiro e a situação econômica global.

    A taxa de juros dos EUA interfere no Brasil de várias maneiras, incluindo:

    – Taxa de juros brasileira: A taxa de juros dos EUA é um dos principais fatores que influenciam a taxa de juros brasileira. Quando a taxa de juros dos EUA aumenta, o Banco Central do Brasil (BCB) geralmente aumenta a taxa Selic para manter o diferencial de juros entre os dois países. Isso ajuda a evitar a fuga de capitais do Brasil e a desvalorização do real.

    – Inflação brasileira: A taxa de juros dos EUA também pode influenciar a inflação brasileira. Quando a taxa de juros dos EUA aumenta, pode levar a uma redução da demanda por bens e serviços nos EUA, o que pode reduzir a inflação global. Isso, por sua vez, pode ajudar a reduzir a inflação no Brasil.

    – Crescimento econômico brasileiro: A taxa de juros dos EUA também pode influenciar o crescimento econômico brasileiro. Quando a taxa de juros dos EUA aumenta, pode levar a uma redução dos investimentos nos EUA, o que pode reduzir o crescimento econômico global. Isso, por sua vez, pode afetar negativamente o crescimento econômico no Brasil.

     

    Como funciona na prática essa interferência

    – Redução do investimento estrangeiro no Brasil. Isso ocorre porque os investidores estrangeiros podem preferir investir em países com taxas de juros mais altas.

    – Desvalorização do real. Isso ocorre porque os investidores estrangeiros podem vender reais para comprar dólares, o que aumenta a oferta de reais no mercado e reduz o seu valor.

    – Aumento da inflação brasileira. Isso ocorre porque os custos de produção das empresas brasileiras podem aumentar, o que pode ser repassado aos consumidores na forma de preços mais altos.

    Organizações e entidades

    Banco Central do Brasil (BCB)

    Federal Reserve (FED)

    Saiba mais

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