Mais de 90% das empresas tem interesse em investir em startups

A inovação das startups é muito bem-vinda, pois a pandemia deixa as empresas em busca de auxilio e resolução para atender os clientes mantendo a eficiência. Nesse contexto, o investimento corporativo em startups, o chamado capital de risco corporativo (ou CVC), cresce a uma taxa considerável, com 61% das empresas brasileiras já tendo algum tipo de iniciativa. Daqueles que não têm, 92% já estão seguindo.

Os dados foram disponibilizados “Corporate Venture Capital no Brasil”, elaborada pela ABVCAP (Associação Brasileira de Private Equity e Venture Capital) e seu recém-formado comitê dedicado ao tema. No ano de 2015, as iniciativas sobre o investimento nas startups eram apenas o começo, mas com a pandemia, a reviravolta e a aceleração do digital se tornaram preciso.

Além disso, a ABVCAP lançou um relatório mostrando que 55% (mais que a metade) dos capitais de risco surgiram nesses últimos anos, esses dados saíram de 30 empresas associadas.

Como será o futuro da CVC

No futuro, a tendência da CVC é de “nascente” para “próspera“. Segundo a coordenadora do comitê da ABVCAP CVC, Rosario Cannata, o número de programas de capital de risco corporativo deve crescer “dezenas” até 2022. Ou seja, isso acontece porque um programa de CVC vai equilibrar o desejo de uma grande empresa por resultados imediatos com uma estratégia de longo prazo.

Os especialistas apontam que à medida dos ritmos das startups continua em expansão e acelerando, além disso o próprio programa corporativo se torna mais sólido da porta para dentro, o valor destinado ao programa CVC também deve aumentar. Atualmente o valor é baixo, mas o valor inferior está associado ao risco, porque a empresa não consegue investir muito dinheiro na movimentação recente. No futuro, esse valor provavelmente será superior.

Parece também que a versão do risco não será mais uma realidade. Hoje, as startups em que a CVC investe está nos estágios iniciais de desenvolvimento, incluindo as rodadas de Pré-Seed, Seed e Séries A e B de R$ 10 milhões. Então, segundo a ABVCAP, isso deve mudar. Esse modelo da um grande efeito, e os números de projetos vão favorecer a chegada da CVC e adiantar a rodada C.

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